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Descobre o teu consciente | inconsciente

Através destes 6 áudios + PDF´s poderás aprofundar o tema da consciência e inconsciência baseados nos conteúdos teóricos da Psicologia Analítica de Carl Jung.

Os áudios são compostos por uma componente teórica e uma componente prática, de forma a que os conceitos possam ser integrados ao mesmo tempo que são aplicados na prática.

Para uma maior facilitação na compreensão e integração dos conteúdos abordados, cada áudio é complementado com um PDF onde poderás encontrar um pequeno resumo teórico assim como os exercícios práticos.

Através destes 6 áudios + PDF´s poderás aprofundar o tema da consciência e inconsciência baseados nos conteúdos teóricos da Psicologia Analítica de Carl Jung.

Os áudios são compostos por uma componente teórica e uma componente prática, de forma a que os conceitos possam ser integrados ao mesmo tempo que são aplicados na prática.

Para uma maior facilitação na compreensão e integração dos conteúdos abordados, cada áudio é complementado com um PDF onde poderás encontrar um pequeno resumo teórico assim como os exercícios práticos.

Gostaria de referir que os conteúdos abordados em cada áudio são baseados no curso de Coaching Arquetípico criado pela Coach Joana Areias. Depois de frequentar e concluir o seu curso, os temas abordados continuaram a ressoar em mim ao longo dos anos. Isso provocou em mim um desejo de os partilhar de uma forma simplificada. Sendo assim, não poderia deixar de sugerir e recomendar o curso que me despertou para estes temas e que tanto me ajudou a crescer.

"Tudo o que nos irrita nos outros pode levar-nos a uma compreensão de nós mesmos"

"Só aquilo que somos realmente tem o poder de nos curar"

"Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta"

Carl G. Jung

Descrição dos conteúdos abordados:

Descrição dos conteúdos abordados:

Todos nós possuímos um lado consciente e um lado inconsciente. O que existe na nossa inconsciência, aquilo que não reconhecemos em nós, representa um papel fundamental sobre quem somos e o que manifestamos. Sendo assim, descobrirmos mais sobre o nosso inconsciente permite-nos evoluirmos enquanto indivíduos e modificar pensamentos e comportamentos que nos prejudicam – processo de individuação.

Tornarmo-nos seres cada vez mais conscientes requer passar por diversos estágios denominados por Carl Jung como estágios da alquimia. Esses estágios fazem parte de um ciclo que se repete diversas vezes ao longo da nossa vida. Sempre que percorremos um ciclo tornamo-nos seres mais conscientes e cada vez mais despertos para a nossa essência e para aquilo desejamos alcançar.

Todos nós possuímos um lado consciente e um lado inconsciente. O que existe na nossa inconsciência, aquilo que não reconhecemos em nós, representa um papel fundamental sobre quem somos e o que manifestamos. Sendo assim, descobrirmos mais sobre o nosso inconsciente permite-nos evoluirmos enquanto indivíduos e modificar pensamentos e comportamentos que nos prejudicam – processo de individuação.

Tornarmo-nos seres cada vez mais conscientes requer passar por diversos estágios denominados por Carl Jung como estágios da alquimia. Esses estágios fazem parte de um ciclo que se repete diversas vezes ao longo da nossa vida. Sempre que percorremos um ciclo tornamo-nos seres mais conscientes e cada vez mais despertos para a nossa essência e para aquilo desejamos alcançar.

1º Áudio – Conceitos e estágios da alquimia (15 min e 48 seg)

  • Quem foi Carl Jung
  • A psique segundo Carl Jung
  • A consciência
  • O inconsciente
  • O inconsciente coletivo
  • O ego
  • O self
  • A individuação
  • A metáfora da alquimia
  • Exercício prático

1º Áudio – Conceitos e estágios da alquimia (15 min e 48 seg)

  • Quem foi Carl Jung
  • A psique segundo Carl Jung
  • A consciência
  • O inconsciente
  • O inconsciente coletivo
  • O ego
  • O self
  • A individuação
  • A metáfora da alquimia
  • Exercício prático

Aquilo que procuramos ser, o tipo de pessoa que desejamos que os outros reconheçam em nós nos diferentes contextos da nossa vida representam as nossas personas. E isso é influenciado por aquilo que acreditamos ser correto e desejável. A construção das nossas personas é influenciada por diferentes fatores que nos são, muitas vezes, inconscientes.

A construção das personas são essenciais para a nossa “sobrevivência social” e a sua incorreta construção poderá prejudicar-nos de diferentes formas.

A análise das nossas personas e da sua influência nas nossas relações e em nós mesmos é uma importante forma de descoberta pessoal e de como podemos readaptá-las em prol do nosso bem estar.

Aquilo que procuramos ser, o tipo de pessoa que desejamos que os outros reconheçam em nós nos diferentes contextos da nossa vida representam as nossas personas. E isso é influenciado por aquilo que acreditamos ser correto e desejável. A construção das nossas personas é influenciada por diferentes fatores que nos são, muitas vezes, inconscientes.

A construção das personas são essenciais para a nossa “sobrevivência social” e a sua incorreta construção poderá prejudicar-nos de diferentes formas.

A análise das nossas personas e da sua influência nas nossas relações e em nós mesmos é uma importante forma de descoberta pessoal e de como podemos readaptá-las em prol do nosso bem estar.

2º Áudio – Persona (32 min e 12 seg)

  • O que é a persona
  • Como se manifesta
  • A sua origem
  • Quais as suas funções
  • Persona saudável
  • Sobreidentificação com a persona
  • Persona sub-desenvolvida
  • Exercícios práticos

2º Áudio – Persona (32 min e 12 seg)

  • O que é a persona
  • Como se manifesta
  • A sua origem
  • Quais as suas funções
  • Persona saudável
  • Sobreidentificação com a persona
  • Persona sub-desenvolvida
  • Exercícios práticos

Na nossa sombra encontra-se tudo aquilo que procuramos esconder dos outros. E apesar de o escondermos o seu poder pode ser avassalador.

Persona e sombra são duas forças opostas que crescem em igual proporção. Sendo assim, quando investimos, por exemplo, numa persona boa, solidária e empática, o oposto também cresce na nossa sombra. E esse oposto que é feio e vergonhoso também nos pertence e define.

Não tendo consciência do que existe e cresce na nossa sombra, muitas vezes somos consumidos por esta através de vários mecanismos. Reconhecermos e aceitarmos a nossa sombra é aceitar que somos tudo, o bom e o mau, e isso torna-se essencial para o nosso crescimento individual.

Na nossa sombra encontra-se tudo aquilo que procuramos esconder dos outros. E apesar de o escondermos o seu poder pode ser avassalador.

Persona e sombra são duas forças opostas que crescem em igual proporção. Sendo assim, quando investimos, por exemplo, numa persona boa, solidária e empática, o oposto também cresce na nossa sombra. E esse oposto que é feio e vergonhoso também nos pertence e define.

Não tendo consciência do que existe e cresce na nossa sombra, muitas vezes somos consumidos por esta através de vários mecanismos. Reconhecermos e aceitarmos a nossa sombra é aceitar que somos tudo, o bom e o mau, e isso torna-se essencial para o nosso crescimento individual.

3º Áudio – Sombra (28 min e 08 seg)

  • O que é a sombra
  • Como se manifesta
  • A sua origem
  • Princípios da sombra
  • Os quadrantes persona-sombra
  • O fenómeno da enantiodromia
  • Os mecanismos de manifestação da sombra
  • Exercícios práticos

3º Áudio – Sombra (28 min e 08 seg)

  • O que é a sombra
  • Como se manifesta
  • A sua origem
  • Princípios da sombra
  • Os quadrantes persona-sombra
  • O fenómeno da enantiodromia
  • Os mecanismos de manifestação da sombra
  • Exercícios práticos

A projeção representa um mecanismo essencial de libertação das nossas tenções. E apesar de todos nós projetarmos, pois este é um processo inconsciente e incontrolável, este mecanismo prejudica-nos e quem nos rodeia.

Sempre que algo ou alguém nos afeta isso representa uma projeção e isso diz muito mais sobre nós do que aquilo ou quem nos afeta.

Apesar de ser inconsciente, pode verificar-se muito vantajoso conseguirmos reconhecer as nossas projeções e integrá-las. Esse processo permitirá descobrirmos o que ainda precisamos de desenvolver em nós e isso terá, sem dúvida, um grande impacto no nosso autoconhecimento e no nosso desenvolvimento pessoal.

A projeção representa um mecanismo essencial de libertação das nossas tenções. E apesar de todos nós projetarmos, pois este é um processo inconsciente e incontrolável, este mecanismo prejudica-nos e quem nos rodeia.

Sempre que algo ou alguém nos afeta isso representa uma projeção e isso diz muito mais sobre nós do que aquilo ou quem nos afeta.

Apesar de ser inconsciente, pode verificar-se muito vantajoso conseguirmos reconhecer as nossas projeções e integrá-las. Esse processo permitirá descobrirmos o que ainda precisamos de desenvolver em nós e isso terá, sem dúvida, um grande impacto no nosso autoconhecimento e no nosso desenvolvimento pessoal.

4º Áudio – Projeções (14 min e 12 seg)

  • O que são projeções
  • Porque se manifestam
  • A sua importância
  • Como integrá-las
  • Exercício prático

4º Áudio – Projeções (14 min e 12 seg)

  • O que são projeções
  • Porque se manifestam
  • A sua importância
  • Como integrá-las
  • Exercício prático

Os padrões representam os comportamentos que repetimos inconscientemente. E muitas vezes estes padrões estão em desacordo com aquilo que procuramos manifestar.

Para descobrirmos os nossos padrões poderá ser importante refletirmos sobre algumas questões relativamente a temas distintos e analisarmos aquilo que se repete.

Por vezes a forma como nos vemos (a nossa perceção de nós mesmos) é distinta da forma como acreditamos que os outros nos veem e distinta da forma como gostaríamos que os outros nos vissem.

Para que as coisas se alinhem tornando aquilo que gostaríamos de ser coerente com aquilo que acreditamos ser e com a forma como acreditamos que os outros nos veem, poderá ser benéfico analisarmos os nosso padrões e adaptá-los.

Os padrões representam os comportamentos que repetimos inconscientemente. E muitas vezes estes padrões estão em desacordo com aquilo que procuramos manifestar.

Para descobrirmos os nossos padrões poderá ser importante refletirmos sobre algumas questões relativamente a temas distintos e analisarmos aquilo que se repete.

Por vezes a forma como nos vemos (a nossa perceção de nós mesmos) é distinta da forma como acreditamos que os outros nos veem e distinta da forma como gostaríamos que os outros nos vissem.

Para que as coisas se alinhem tornando aquilo que gostaríamos de ser coerente com aquilo que acreditamos ser e com a forma como acreditamos que os outros nos veem, poderá ser benéfico analisarmos os nosso padrões e adaptá-los.

5º Áudio – Padrões (7 min e 25 seg)

  • Exercício prático:

Análise dos padrões relativamente a 4 temáticas distintas
(profissional, familiar, social e romântica):

  • Como é que eu me vejo?
  • Como é que eu sou visto?
  • Quem quero parecer?
  • Que atitudes tive de desenvolver?

5º Áudio – Padrões (7 min e 25 seg)

  • Exercício prático:

Análise dos padrões relativamente a 4 temáticas distintas
(profissional, familiar, social e romântica):

  • Como é que eu me vejo?
  • Como é que eu sou visto?
  • Quem quero parecer?
  • Que atitudes tive de desenvolver?

Os tipos psicológicos não são tipos de pessoas mas sim tipos de consciência. A forma como captamos a informação que nos rodeia irá definir o nosso tipo psicológico. Cada tipo psicológico apresenta uma forma particular de se manifestar.

Os tipos psicológicos são definidos pela orientação (extroversão e introversão) e pelas funções (sensação, intuição, pensamento e sentimento). É importante referir que todos os tipos psicológicos fazem parte de nós. No entanto, existe um que se encontra mais desenvolvido em nós.

A importância de descobrirmos qual o nosso tipo psicológico passa por compreendermos e aceitarmos de forma mais profunda a nossa forma de pensar, analisar e decidir. Para além disso, permite-nos reconhecer aquilo se encontra mais ou menos desenvolvido em nós para que nos possamos desenvolver ainda mais.

Os tipos psicológicos não são tipos de pessoas mas sim tipos de consciência. A forma como captamos a informação que nos rodeia irá definir o nosso tipo psicológico. Cada tipo psicológico apresenta uma forma particular de se manifestar.

Os tipos psicológicos são definidos pela orientação (extroversão e introversão) e pelas funções (sensação, intuição, pensamento e sentimento). É importante referir que todos os tipos psicológicos fazem parte de nós. No entanto, existe um que se encontra mais desenvolvido em nós.

A importância de descobrirmos qual o nosso tipo psicológico passa por compreendermos e aceitarmos de forma mais profunda a nossa forma de pensar, analisar e decidir. Para além disso, permite-nos reconhecer aquilo se encontra mais ou menos desenvolvido em nós para que nos possamos desenvolver ainda mais.

6º Áudio – Tipos psicológicos (27 min e 24 seg)

  • O que são tipos psicológicos
  • A sua importância
  • Como surgem
  • O que influência o seu desenvolvimento
  • Quais as duas orientações e as quatro funções
  • O que são as funções superior, inferior e auxiliares
  • Descrição dos 8 tipos psicológicos puros
  • Exercícios práticos

6º Áudio – Tipos psicológicos (27 min e 24 seg)

  • O que são tipos psicológicos
  • A sua importância
  • Como surgem
  • O que influência o seu desenvolvimento
  • Quais as duas orientações e as quatro funções
  • O que são as funções superior, inferior e auxiliares
  • Descrição dos 8 tipos psicológicos puros
  • Exercícios práticos

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